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Paroles
Primeiro a luz e o verbo
Depois reluz invenção
O sopro o barro a vida
Na carne de uma canção é como um sonho uma reza
Um ato de solidão
A energia dos doidos
Motor da imaginação
Não me peça que eu mate
O moleque que mora comigo
Ele é feito de barro é meu lado bandido é meu lado palhaço é meu lado doído
Não me peça que eu mate
O moleque que mora comigo
Ele é feito de barro é meu lado bandido é meu lado palhaço é meu lado doído
Chirumbabá
Gêgererê
Amim sem dadá
Cafi com você
Chirumbabá
Gêgererê
Amim sem dadá
Cafi com você
Pií sem holanda
Negão com luanda
Nos braços da noite
Curtindo pra ver
O sol amanhecer ê ê ê
O galo que vai cantar
Cocorocar
A cobra que vai dançar
O tchátchátchá
O bode com seu chapéu
Bé bé bé bé
E o palhaço quem é
Quá quá quá quá
Mas o palhaço quem é
Quá quá quá quá
Chirumbabá
Gêgererê
Amim sem dadá
Cafi com você
Chirumbabá
Gêgererê
Amim sem dadá
Cafi com você
Pií sem holanda
Negão com luanda
Nos braços da noite
Curtindo pra ver
O sol amanhecer ê ê ê
O galo que vai cantar
Cocorocar
A cobra que vai dançar
O tchátchátchá
O bode com seu chapéu
Bé bé bé bé
E o palhaço quem é
Quá quá quá quá
Mas o palhaço quem é
Valençaça
Informations
Rendu célèbre par Alceu Valença
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Leque moleque rendu célèbre par Alceu Valença







