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Paroles
Minha garganta estranha
Quando não te vejo
Me vem um desejo doido
De gritar
Minha garganta arranha
A tinta e os azulejos
Do teu quarto da
Cozinha da sala de estar
Minha garcanta arranha
A tinta e os azulejos
Do teu quarto da
Cozinha da sala de estar
Venho madrugada
Perturbarteu sono
Como um cão sem dono
Me ponho a ladrar
Atravesso o
Travesseiro te reviro
Pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço
Faço ela rodar atravesso o
Travesseiro te reviro
Pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço
Faço ela rodar
Sei que não sou santa as
Vezes vou na cara dura
As vezes ajo com
Candura pra te conquistar
Mas não sou beata me
Criei na rua e não mudo minha
Postura só pra te agradar
Mas não sou beata me
Criei na rua e não mudo minha
Postura só pra te agradar
Vim parar nessa cidade
Por força da circunstância
Sou assim desde criança
Me criei meio sem lar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha é pra depois te
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha é pra depois te
Abandonar
Minha garganta estranha
Diz aí
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha é pra depois te
Abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu tô te dando linha é pra depois te
Abandonar
Informations
Rendu célèbre par Ana Carolina
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Garganta rendu célèbre par Ana Carolina






