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Paroles
Existirmos a que será que
Se destina pois quando tu
Me deste a rosa pequenina
Ví que és um homem lindo
E que se acaso a sina
De um menino infeliz
Não se nos ilumina
Tão pouco turva-se
A lágrima nordestina
E apenas a matéria vida
Era tão fina
E éramos olharmo-nos
Intacta retina
Da cajuína cristalina
Em teresina existirmos
A que será que se destina
Pois quando tu me deste
A rosa pequenina
Ví que és um homem lindo
E que se acaso a sina
De um menino infeliz
Não se nos ilumina
Tão pouco turva-se
A lágrima nordestina
E apenas a matéria vida
Era tão fina
E éramos olharmo-nos
Intacta retina
Da cajuína cristalina
Em teresina
Existirmos a que será que
Se destina pois quando tu
Me deste a rosa pequenina
Ví que és um homem lindo
E que se acaso a sina
De um menino infeliz
Não se nos ilumina
Tão pouco turva-se
A lágrima nordestina
E apenas a matéria vida
Era tão fina
E éramos olharmo-nos
Intacta retina
Da cajuína cristalina
Em teresina
Informations
Rendu célèbre par Caetano Veloso
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Cajuína rendu célèbre par Caetano Veloso







