Scanner pour télécharger l’application mobile
Paroles
Por quantas
Noites eu me vi
Desencantar
Enquanto os palcos
Desabavam sobre mim
O meu amor então
Beijava o meu olhar
Dizia vamos lá
Levanta e vai cantar
E eu me vestia
E ela ia amamentar
Nosso menino
Era platéia e camarim
E dos seus seios
Parecia perguntar
Meu pai o que é que há
Me beija e vai cantar"
E eu sabia
Que tinha de ir
Pra amenizar
Toda a dor da cidade
E eu pousava
Nos pianos por aí
Tal qual um sabiá
Pousa num flamboyant
Por quantas vezes
Eu pedi a deus de manhã
Deixar eu cantar
Pro brasil
Abrir o portão
O leite e o pão
E o rabo do cão
Que diz não
Quando é sim
Meu amor já
Na porta de casa
Tendo ao colo
O nosso arlequim
Me dava a impressão
De um samba
De tom jobim
Até que um dia
Eu resolvi desencantar
E desabei por sobre
Os palcos do país
O meu amor ainda
Beija o meu olhar
E eu digo vamos lá
Cantar pra quem chorar
E eu peço a deus
Para poder doar a luz
Que minha voz cumpra
A missão de atenuar
Toda a armagura
Dessa terra de jesus
E eu digo vera cruz
Canta pra não chorar
E pros que cantam
Nos teus cabarés
Tenham orgulho
Desta profissão
Pousem nos galhos
Dos pianos violões
E a voz é um colibri
Nas flores das canções
E todo dia eu peço à deus pela manhã
Conservame
A simplicidade
Pra ter no portão
O leite e o pão
E o rabo do cão
Que diz não quando é sim
Meu amor está
Na porta de casa
E o sorriso
Do meu arlequim é um céu de emoções
E eu sou uma luz assim
A brilhar
A brilhar a brilhar
Meu amor sempre à porta de casa
E o sorriso
Do meu arlequim
Sou um samba-canção
Eterno de tom jobim
Informations
Rendu célèbre par Emílio Santiago
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Flamboyant rendu célèbre par Emílio Santiago









