Scanner pour télécharger l’application mobile
Paroles
Meu poncho emponcha
Lonjuras batendo água
E as águas
Que eu trago nele
Eram pra mim
Asas de noite
Em meus ombros
Sobrando casa
Longe das casa ombreada
A barro e capim
Faz tempo que eu não emalo
Meu poncho inteiro
Nem abro as asas da noite
Pra um sol de abril
Faz muitos dias
Que eu venho
Bancando o tino
Das quatro patas do zaino
Pechando o frio
Troca um compasso
De orelhas a cada pisada
No mesmo tranco da várzea
Que se encharcou
Topa nas abas sombreras
Que em outros ventos
Guentaram
As chuvas de agosto
Que deus mandou
Troca um compasso
De orelhas a cada pisada
No mesmo tranco da várzea
Que se encharcou
Topa nas abas sombreras
Que em outros ventos
Guentaram
As chuvas de agosto
Que deus mandou
Meu zaino garrou da noite
O céu escuro
E tudo o que a noite
Escuta é seu clarim
De patas batendo na água
Depois da várzea
Freio e rosetas de esporas
No mesmo trim
Falta distância de pago
E sobra cavalo
Na mesma ronda de campo
Que o céu deságua
Que tem um rumo de rancho
Pras quatro patas
Bota seu mundo
Na estrada batendo água
Porque se a estrada
Me cobra
Pago seu preço
E desabrigo o caminho
Pra o meu sustento
Mesmo que o mundo desabe
Num tempo feio
Sei o que as asas do poncho
Trazem por dentro
Porque se a estrada
Me cobra
Pago seu preço
E desabrigo o caminho
Pra o meu sustento
Mesmo que o mundo desabe
Num tempo feio
Sei o que as asas do poncho
Trazem por dentro
Informations
Rendu célèbre par Os Monarcas
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Batendo água rendu célèbre par Os Monarcas
