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Paroles
Essa cordeona dengosa
Me chama pros sarandeios
Onde a china florisbela
Se debruça nos veneros
Essa cordeona dengosa
Me chama pros sarandeios
Onde a china florisbela
Se debruça nos veneros
Brilhantina com extrato
Se espalham pelo ar
No rancho de chão batido
Salpicado de luar
No rancho de chão batido
Salpicado de luar
Retalhando a tabatinga
Sarandeio a noite inteira
Escondendo a florisbela
No meio da polvadeira
Retalhando a tabatinga
Sarandeio a noite inteira
Escondendo a florisbela
No meio da polvadeira
Vai na chama do lampião
No fole que vai e vem
Com a china florisbela
Sacudindo o recavém
Vai na chama do lampião
No fole que vai e vem
Com a china florisbela
Sacudindo o recavém
No bugio de fole solto
Dou lhe pata e peço cancha
Gastando o taco da bota
Nos braços dessa pinguancha
Gastando o taco da bota
Nos braços dessa pinguancha
Retalhando a tabatinga
Sarandeio a noite inteira
Escondendo a florisbela
No meio da polvadeira
Retalhando a tabatinga
Sarandeio a noite inteira
Escondendo a florisbela
No meio da polvadeira
Retalhando a tabatinga
Nos braços dessa pinguancha
No bugio de fole solto
Dou lhe pata e peço cancha
Retalhando a tabatinga
Nos braços dessa pinguancha
No bugio de fole solto
Dou lhe pata e peço cancha
No bugio de fole solto
Dou lhe pata e peço cancha
No bugio de fole solto
Dou lhe pata e peço cancha
No bugio de fole solto
Dou lhe pata e peço cancha
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Rendu célèbre par Os Monarcas
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Cet enregistrement est une reprise de Bugio do fole solto rendu célèbre par Os Monarcas








