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Paroles
Esta vaneira
Tem um cheiro de galpão
Que reacende
O meu olfato de guri é pau de fogo
Da memória dos fogões
Essência bugra
Que me trouxe até aqui
Essa vaneira
Tem um cheiro chimarrão
De seiva xucra
Derramada no braseiro
Quando a fumaça
Do angico se mistura
Com um odor
De figueirilha no palheiro
Quando a fumaça
Do angico se mistura
Com um odor
De figueirilha no palheiro
Esta vaneira
Tem um quê de quero mais
Que reativa um paladar
Que já foi meu
Relembra a rapa
Da panela que furou
E no cantinho
Da memória se perdeu
Esta vaneira
Tem sabor de araçá
Jabuticaba
Guabiroba ariticum
Por isso lembro
O tempo bueno de piá
Enlambuzado
De pitanga e guabiju
Por isso lembro
O tempo bueno de piá
Enlambuzado
De pitanga e guabiju
Esta vaneira
Tem um dom de reviver
Fazer as cores
Que o tempo desbotou
Sentir as formas
Que o tato esqueceu
E ser de novo
O que eu fui e já não sou
Esta vaneira
Tem um quê de nostalgia
Que traz de volta
O romantismo do cantor
Revigorando um coração
Que endureceu
E não queria
Mais ouvir falar de amor
Revigorando um coração
Que endureceu
E não queria
Mais ouvir falar de amor
Esta vaneira
Tem um quê de quero mais
Que reativa
Um paladar que já foi meu
Relembra a rapa
Da panela que furou
E no cantinho
Da memória se perdeu
Esta vaneira
Tem sabor de araçá
Jabuticaba
Guabiroba ariticum
Por isso lembro
O tempo bueno de piá
Enlambuzado
De pitanga e guabiju
Por isso lembro
O tempo bueno de piá
Enlambuzado
De pitanga e guabiju
Informations
Rendu célèbre par Os Monarcas
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Cheiro de galpão rendu célèbre par Os Monarcas






