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Paroles
Vou contar de uma bailanta
Que existiu no meu pontão
Indiada do queixo roxo
Que nunca froxou o garrão
Vinho curtido em barril
E cachaça de borrachão
Os gaiteiros
Que eram buenos
Davam a mostra do pano
O carlito e o dezidério
O felicio e o bibiano
Cambiando com o juvenal
Num velho estilo pampeano
Dona china passou
Ruge
Ajeitou bem o cocó
Cruzou o jaguapassô
Lavou os pés
No jaguassengó
Na bailanta do tibúrcio
Balanceava o mocotó
Lembranças
Que são relíquias
Dos meus tempos de guri
Os pares todos bailando
Coisa mais linda eu não vi
Um agarrado no outro
Pra mode de não cair
E lá pela madrugada
Bem na hora do café
Dom tibúrcio mestre sala
Gritava batendo o pé
Agora levanta os home
Para comer as muié
E lá pela madrugada
Bem na hora do café
Dom tibúrcio mestre sala
Gritava batendo o pé
Agora levanta os home
Para comer as muié
Informations
Rendu célèbre par Os Serranos
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Bailanta do Tibúrcio rendu célèbre par Os Serranos
