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Paroles
Mala amarela
Zé henrique e gabriel
Sincronizado por
Rodrigo selxas
Era 4 30 passava um
Pouquinho
E um fosco clarinho
Rasgava o barjão
Era o trem noturno
Que vinha apontando
E logo parando na
Velha estação
Meu corpo tremia
Meus oihos molhados
O meu pal do lado e a
Mala no chão
Beijei o seu rosto e
Disse na hora
O mundo lá fora me
Espera paizão
Entrei no vagão corri
Pra janela
E a mala amarela do
Velho catel
O trem deu partida
Soqueou bruscamente
E ali novamente sua
Não eu beijei
Um pouco pra adiante
Vi minha casinha
E a minha mãezinha
De pé no portão
Ela não me viu e no
Trem na corrida
Ouvi as latidas do
Velho sultão
Soloum certo senhor da
Poltrona vizinha
Dizia que vinha do
Paranazão
E disse também de
Um jeito cortez é a primeira vez qu
Deixo o sertão
Pedi seu conselho
E ele me disse
Seu moço a velhice é dura demais
Eu sou bem mais velho
E posso aconselhar é duro ficar distante
Dos pais
Eu nunca esqueci o
Que o velho falou
O tempo passou e pra
Casa voltei
Quem fica distante
Jamais se conforma
Lá plataforma meus
Pais avistei
Desci comovido abracei
Ele e ela
E mala amarela meu
Filho cu nao vi
Meu pal acredite na
Fala de um homem
Pra não passar fome
A mala eu vendi
Que pena que pena
Era minha lembrança
Que eu trouxe de
Herança do seu avó
Mais deixa pra lá
Eu vou esquecer
A herança e você e
Você já voltou
Informations
Rendu célèbre par Zé Henrique & Gabriel
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Mala amarela rendu célèbre par Zé Henrique & Gabriel
