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Paroles
Nestes versos
Tão singelos
Minha bela meu amor
Pra você quero contar
O meu sofrer
E a minha dor
Sou igual um sabiá
Que quando canta é só tristeza
Desde o galho
Onde ele está
Nesta viola canto
E gemo de verdade
Cada toada representa
Uma saudade
Eu nasci naquela serra
Num ranchinho
Beira chão
Todo cheio de buracos
Onde a lua faz clarão
Quando chega
A madrugada
Lá no mato a passarada
Principia um barulhão
Nesta viola canto
E gemo de verdade
Cada toada representa
Uma saudade
Lá no mato tudo é triste
Desde o jeito de falar
Pois o jeca
Quando canta
Dá vontade de chorar
E o choro que
Vai caindo
Devagar vai se sumindo
Como as águas
Vão pro mar
E o choro que
Vai caindo
Devagar vai se sumindo
Como as águas
Vão pro mar
Informations
Rendu célèbre par Zezé Di Camargo & Luciano
Toute reproduction interdite
Cet enregistrement est une reprise de Tristeza do Jeca rendu célèbre par Zezé Di Camargo & Luciano







